Revive os melhores golos do Euro
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Os melhores golos de
Portugal no EURO

Roer as unhas nos segundos que antecedem o chuto, suar enquanto se calcula a trajetória imaginária da bola e parece que ela vai mesmo bater no poste e gritar golo como se a nossa vida dependesse disso. O futebol desperta grandes emoções em todos e a prova disso são os golos épicos que Portugal marcou no EURO ao longo dos anos. Será que te lembras de todos?! Com o EURO 2020 mesmo aí à porta, e depois de uma pausa longa a que a pandemia obrigou, está na hora de ir retirar as bandeiras, os cachecóis, os equipamentos e as vuvuzelas (se houver por aí alguém que ainda as tenha) do armário e limpar-lhes o pó. A febre do futebol está prestes a atingir toda a Europa e, como se de um só se tratasse, Portugal vai unir-se em nome da seleção, ou não tivéssemos nós a responsabilidade de ser os atuais campeões. Mas, antes de apostar em quem é que vai fazer um brilharete e marcar os golos das vitórias que nos vão fazer saltar de felicidade em casa, está na hora de recordar algumas das vezes em que a seleção portuguesa nos deixou de lágrimas nos olhos:

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João Pinto no Portugal - Inglaterra em 2000

Numa competição organizada pela Bélgica e pelos Países Baixos, e de onde saiu vencedora a seleção francesa, a exibição de Portugal não passou despercebida. O jogo com a Inglaterra, ainda na fase de Grupos, foi um dos mais memoráveis de sempre e deixou muitos portugueses extasiados com a capacidade de Portugal dar a volta por cima. Tudo começou quando, aos 18 minutos, a seleção inglesa marcou o seu segundo golo. Ainda que seja uma desvantagem significativa para Portugal, nada está perdido, e até ao apito final ainda há muito futebol para ser jogado. Depois de Figo abrir as honras àquela que seria a reconquista portuguesa, seguiu-se o golo de João Vieira Pinto, aos 37 minutos. O avançado fez aquilo que na gíria do futebol se chama um mergulho de cabeça para o golo, igualou o marcador e deu esperança a toda a nação, que acabou por sair do estádio feliz.







Nuno Gomes no Portugal - Inglaterra em 2000

Este jogo de Portugal já foi há mais de 20 anos, mas parece ainda estar bem vivo na memória de muitos portugueses. Depois do golo de João Pinto, estava feito o 2-2, mas era preciso a seleção das quinas ser soberana. E o papel de dar o terceiro à seleção foi atribuído a Nuno Gomes. O avançado internacional português mandou um “tiro” para o fundo das redes inglesas, num frente-a-frente com o guarda-redes e concretizou uma vitória histórica, naquele que mais tarde considerou ter sido o melhor jogo que fez pela seleção portuguesa.

Rui Costa no Portugal - Inglaterra em 2004

Estamos em 2004. Portugal para e muda para receber o campeonato europeu de seleções. Por toda a parte ecoa a música “Força” de Nelly Furtado. É dia de Portugal - Inglaterra para os quartos-de-final e tudo pode acontecer. O resultado final do marcador dá a vitória à equipa da casa, por 6-5, num jogo resolvido nas grandes penalidades. Numa daquelas partidas que dá gosto a qualquer um ver, com 11 golos a ser festejados, houve um que se destacou. Numa jogada onde reinou o show de bola, Rui Costa despistou os adversários, fez pontaria, e, com um chuto certeiro, acertou na barra num ângulo perfeito que fez a bola cruzar a linha de golo.






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Maniche no Portugal - Holanda em 2004

2004 foi um EURO difícil de ultrapassar. Portugal fez um percurso brilhante nesta edição da competição europeia. Depois de vários jogos difíceis ultrapassados, foi nas meias-finais que se cruzou com a Holanda, no Estádio José de Alvalade. Já a ganhar por 1-0, aos 58 minutos de jogo Maniche fez um dos golos mais bonitos da história do futebol português e encaixou de forma perfeita a bola na baliza do guarda-redes holandês. Este golo de Maniche foi aquele que deu à seleção portuguesa o passaporte para a final do EURO 2004, onde acabou por perder frente à Grécia.

Éder no Portugal-França em 2016

E, como é óbvio, claro que nenhuma lista de golos épicos está realmente completa sem aquele que pintou Paris de vermelho e verde. Em 2016, a competição foi organizada na França, e foi a seleção da casa que defrontou Portugal na final. No Stade de France, aquelas quase duas horas de jogo, o futebol parecia estar contra nós. Com a nossa estrela, Cristiano Ronaldo, de fora, havia quem já desse o jogo como perdido. Mas a equipa nunca desistiu e todo o esforço foi recompensado pelo pontapé de Éder, a grande distância da baliza, que bateu no fundo da rede e marcou o golo da vitória aos 109 minutos.



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