Para a maioria dos utilizadores domésticos, o Windows Defender é suficiente para garantir uma boa proteção contra vírus e malware, desde que o Windows esteja atualizado e sejam seguidas boas práticas de segurança. Um antivírus pago pode compensar quando precisas de funcionalidades adicionais, como VPN, controlo parental, gestor de palavras-passe ou proteção de vários dispositivos, incluindo Mac, Android e iPhone.
Mas será que vale mesmo a pena pagar por um antivírus? Comparamos o Windows Defender com as alternativas gratuitas e pagas para te ajudar a escolher a proteção mais adequada.
Antivírus grátis ou pago: qual a diferença?
A principal diferença entre um antivírus grátis e um antivírus pago está nas funcionalidades incluídas e no tipo de proteção que oferecem.
Os antivírus gratuitos conseguem detetar e bloquear muitos dos vírus, trojans, spyware e outros tipos de software malicioso que ameaçam o computador. Alguns incluem também proteção contra sites perigosos e tentativas de phishing.
Já os antivírus pagos podem acrescentar ferramentas que vão além da deteção de malware, dependendo da marca e do plano contratado.
Por exemplo, uma licença paga pode incluir uma VPN para proteger a ligação à internet, um gestor de palavras-passe, ferramentas de controlo parental ou mecanismos de monitorização de dados pessoais expostos online.
Isto não significa que um antivírus pago seja sempre mais eficaz a detetar vírus. Algumas soluções gratuitas apresentam resultados muito próximos dos produtos pagos em testes independentes.
Por isso, antes de escolheres, importa perceber quais são os riscos que queres reduzir e se vais realmente utilizar as funcionalidades adicionais.