Pedro Chagas Freitas

Um dos escritores mais populares de Portugal e também um dos mais controversos, Pedro Chagas Freitas define-se apenas como “um gajo que escreve cenas”, por não se rever na perspetiva clássica da palavra escritor. Indiferente às críticas, as suas obras – como prefere designar os seus livros –estão sempre no topo das tabelas de vendas. Com um percurso longo no universo da escrita, que teve também passagem pela área da publicidade, o autor ganhou visibilidade em 2014 com o lançamento do livro “Prometo Falhar”. Em 2017, foi a vez de “A Repartição”. E como Pedro Chagas Freitas não perde tempo e é na escrita que se realiza, a sua mais recente obra, “Prometo amar”, chegou ainda nos primeiros meses de 2018. Entre no mundo de Pedro Chagas Freitas e venha conhecer alguns dos seus livros.

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Prometo Amar

É a quarta obra da saga Prometo e com o qual o escritor confessa que mais se identifica. Pedro Chagas Freitas volta a falar de amor. Nas suas palavras, “Amar é a maior das formas de heroísmo”. Promete que vais errar. Promete que vais cair. Promete que nunca serás o mesmo, exatamente o mesmo, de cada vez que a vida te passar à frente. Promete que vais arriscar, promete que vais sentir. Promete que vais mexer-te, todos os dias, como um louco, a caminho do que desejas, a caminho do que desesperadamente te faz dançar, saltar, rir – ou até chorar, penar. O importante da vida, parecendo uma redundância, é estar vivo.

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A Repartição

Um homem é chamado para uma inspeção numa sombria Repartição de Finanças. É lá que se vai iniciar uma viagem sem retorno pelos mais obscuros segredos, pelos mais íntimos medos, pelos mais imorais desejos. Afinal de contas, o que acontece na Repartição fica na Repartição. Um livro carregado de ironia, mas também de emoção. Uma sátira dos tempos modernos, em que nem tudo é o que parece. Mas alguma vez o é? Prometo amar-te na saúde, na doença e na dívida fiscal. A obra, lançada em 2017, entra para a lista de mais de 20 obras publicas (das 150 que já criou) e segue o estilo cru, objetivo e irreverente a que Pedro Chagas Freitas já habituou o seu público.

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Prometo Perder

Depois do sucesso de “Prometo falhar”, este livro é uma viagem intimista e desconcertante. Pedro Chagas Freitas caminha, em “Prometo perder”, até o interior da emoção: da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor, nada ficará por tocar. No livro, o escritor fala do amor como ele realmente é, fugindo dos lugares comuns e perfeitos das definições do amor. Afinal, como diz o autor, só quem nunca amou nunca perdeu. Composta por vários textos, contrariando a narrativa com início, meio e fim, a obra tem páginas com textos de duas ou três páginas, ou páginas apenas com uma linha. Um romance para quem viveu ou sonha viver uma grande paixão, de desabafos e confissões de quem amou, sonhou, sofreu e sobreviveu para contá-lo, partilhando-o consigo.

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Prometo Falhar

“Prometo Falhar” é um livro que fala de amor. O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta. Em crónicas desconcertantes, Pedro convida o leitor a revisitar as suas próprias impressões sobre os relacionamentos humanos. A linguagem fluida faz querer ler tudo de uma vez. Medo, frustração, inveja, ciúme e todos os sentimentos que nos ensinaram a controlar ou a esconder são expostos sem pudores. Mergulhe de cabeça numa obra que mostra que é possível sair ileso de tudo, menos do amor.

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