MICROSOFT SURFACE BOOK

A Microsoft quebrou as regras dos ultrabooks com o Surface Book.
Com componentes capazes de competir com “portáteis de secretária”,
este é um híbrido que não se esquece que antes de ser um tablet,
é um portátil de grande qualidade. Mas é também condicionado pelo
preço de entrada. Será uma alternativa viável à concorrência pesada?

Design futurista


Com um design minimalista, que o faz parecer vindo do futuro,
acabamentos de luxo e hardware de topo, a Microsoft apostou
com força na concorrência a um mercado dominado pela Apple.
A filosofia parece passar por oferecer o melhor de todos os mundos,
concentrado num só produto. Para além de um dos melhores ecrãs
disponíveis, oferece um teclado soberbo e toda a flexibilidade de um híbrido.

Design futurista - Com um design minimalista, que o faz parecer vindo do futuro,
acabamentos de luxo e hardware de topo, a Microsoft apostou
com força na concorrência a um mercado dominado pela Apple.
A filosofia parece passar por oferecer o melhor de todos os mundos,
concentrado num só produto. Para além de um dos melhores ecrãs
disponíveis, oferece um teclado soberbo e toda a flexibilidade de um híbrido.
Dois em um de forma quase mágica - Juntamente com os processadores Intel de última geração, carrega ainda uma placa gráfica dedicada nVidia Geforce 960M, até 16GB de RAM e 512GB de memória interna. A forma quase mágica e instantânea como se separa a base do ecrã – que se afirma como um excelente tablet por si só – e a stylus que se “cola” magneticamente ao ecrã oferecem-lhe um enorme potencial de mobilidade. Os pontos em que deixa algo a desejar passam pela bateria, não tão autónoma como prometido, e por um monitor com proporções invulgares de 3:2 – por ser de 13,5” polegadas – que acentuam a dimensão e o peso.

Dois em um de forma quase mágica


Juntamente com os processadores Intel de última geração, carrega ainda uma placa gráfica dedicada nVidia Geforce 960M, até 16GB de RAM e 512GB de memória interna. A forma quase mágica e instantânea como se separa a base do ecrã – que se afirma como um excelente tablet por si só – e a stylus que se “cola” magneticamente ao ecrã oferecem-lhe um enorme potencial de mobilidade. Os pontos em que deixa algo a desejar passam pela bateria, não tão autónoma como prometido, e por um monitor com proporções invulgares de 3:2 – por ser de 13,5” polegadas – que acentuam a dimensão e o peso.

Prós


  • Ultrabook com hardware mais poderoso;

  • Design espantoso e material de luxo;

  • Ecrã de grande qualidade;

  • Separa-se da base e torna-se um excelente tablet;

  • Placa gráfica dedicada permite jogar e executar tarefas gráficas mais exigentes;

Prós - 
  Ultrabook com hardware mais poderoso;
  Design espantoso e material de luxo;
  Ecrã de grande qualidade;
Separa-se da base e torna-se um excelente tablet;
Placa gráfica dedicada permite jogar e executar tarefas gráficas mais exigentes;
Contras - 
  Autonomia reduzida;
  Proporção de 3:2 que o torna mais pesado que a concorrência;
  Exige um orçamento muito elevado;

Contras


  • Autonomia reduzida;

  • Proporção de 3:2 que o torna mais pesado que a concorrência;

  • Exige um orçamento muito elevado;


É o primeiro portátil totalmente desenvolvido pela empresa de Bill Gates
e foi anunciado como o “derradeiro laptop”, mas será justo referir que é um produto
que não está na mesma linha de orçamentos que a competição. A Microsoft parece estar
confusa em relação ao principal objetivo deste computador e isso acaba por transparecer
no resultado final. Ainda assim, e se o preço não for obstáculo, o Surface Book é o ultrabook
com melhor hardware e flexibilidade do mercado. E isso deve ser valorizado.

Produtos Comparados

Limpar Tudo