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História
Cultura

A História do
Pai Natal

Das celebrações religiosas às festas em família, o Natal é uma época de histórias, porém há uma que todos conhecem. Nem sempre mora no mesmo sítio, nem sempre chega à mesma hora e nem sempre desce pela chaminé, mas o Pai Natal faz parte da infância de qualquer um.

Qual é a origem do Pai Natal?

A maior parte não se lembra da primeira vez que ouviu falar no Pai Natal. Normalmente a história é contada quando somos crianças, e vai sendo passada de boca em boca. Nesta, como em todas as histórias mitológicas, há várias versões. As mais conhecidas são contadas às crianças e divulgadas nos filmes, nos livros, ou até mesmo nas campanhas publicitárias. Há quem diga que, quando crescemos, deixamos de acreditar na maior figura natalícia. Mas assim que as ruas se iluminam e as playlists tradicionais da época começam a tocar, é altura de relembrar a magia do velhote de barbas brancas que conhecemos desde sempre.

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Quem foi São Nicolau?

Para aqueles mais ligados ao lado religioso, a personagem mítica faz-nos até ao século IV. Havia um arcebispo turco chamado Nicolau, que ficou conhecido pela sua bondade e por estar sempre disponível para ajudar os mais necessitados. Na noite de Natal, Nicolau subia ao telhado das casas e colocava um saco de moedas de ouro nas chaminés daqueles que tinham dificuldades financeiras.

Uns anos mais tarde, o arcebispo turco foi declarado santo, passou a ser conhecido como São Nicolau, e começou a ser considerado um símbolo de Natal. A sua imagem começou a correr o mundo e, em 1920, foi retratado para uma campanha da marca Coca Cola com algumas diferenças. Em vez de trajes de bispo, o (agora) Pai Natal já apresentava algumas características que permaneceram e que todos sabemos de cor. Um senhor gordinho de cabelo e barba branca, vestido de vermelho e com as bochechas habitualmente coradas.

A figura acabou por ganhar popularidade nos Estados Unidos por causa do caricaturista Thomas Nast e desde então que é frequentemente utilizada por marcas para fazer campanhas de Natal. A popularidade do Pai Natal fez com que surgissem várias especulações, e é aqui que a história é contada de forma diferente. O Pai Natal continua a ser um senhor chamado Nicolau, mas em algumas versões mora na Lapónia e noutras no Polo Norte, com a Mãe Natal, com os seus fiéis ajudantes elfos mágicos e com as renas de estimação.

A Tradição da Carta ao Pai Natal

A moda das cartas ao Pai Natal ainda é recente se pensarmos em termos relativos na história. Quando chegamos a dezembro, todas as crianças fazem a lista dos presentes que mais desejam e escrevem uma carta para enviar ao velhote barbudo. Há até uma morada real de um escritório do Pai Natal na Finlândia. Todos os anos, em Portugal, os CTT recebem milhares de cartas endereçadas à mítica figura.

Ao longo de todo o ano, o Pai Natal controla se os meninos de todo o mundo se portam bem ou mal e decide se merecem as prendas que pediram ou não. Depois, na noite de Natal, sobe para o trenó, com o seu saco vermelho cheio de embrulhos, e vai a todas as casas entregar presentes. Desliza pela chaminé e coloca os embrulhos debaixo da árvore ou no sapatinho. Com o frio de dezembro, e para agradecer a bondade ao Pai Natal, surgiu também a tradição de deixar bolachas e um copo de leite, para que não lhe falte energia para chegar ao resto do mundo.

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