Gira-Discos

O Regresso dos Gira-discos:

Não há como o som do Vinil

Se herdou uma coleção de discos ou está a entrar no maravilhoso mundo do vinil, sabe que os gira-discos reproduzem um som personalizado e natural, distinto daquele de ficheiros MP3 ou CD. Tenha ainda em conta que o vinil transcendeu e superou modas e tecnologias. Os discos e os seus leitores são populares por alguma razão. De manual a automático, de placas giratórias às conexões USB, há vários tipos de gira-discos baseados em tecnologias diferentes, cada qual com vantagens e objetivos distintos.

SAIBA MAIS
Os braços automáticos descem automaticamente e pousam no início dos discos, voltando à sua posição de repouso após a leitura. Já os braços manuais devem ser colocados e retirados manualmente. Estes últimos são muitas vezes vendidos sem a cabeça, necessária para a leitura do disco. Por seu turno, os gira-discos automáticos estão prontos a usar, não requerem afinação, a operação é mais prática e a maioria pode ser ligada a um sistema hi-fi sem necessidade de entrada dedicada. No entanto, tal como existem gira-discos automáticos (ou semiautomáticos) de grande qualidade, também é possível encontrar gira-discos manuais de alta qualidade, relativamente acessíveis e fáceis de usar.
CARACTERÍSTICAS
Modelos Manuais

Flexibilidade (é possível mudar braço, cabeça, motor, prato, etc.);

Usualmente requerem entrada especial ou pré-amplificador para ligação ao sistema de alta-fidelidade;

Podem necessitar de afinação;

A agulha tem de ser manipulada no início e no fim da reprodução.

Modelos Automáticos

Preço mais acessível por comparação com os modelos manuais de alta qualidade;

Prontos a usar, não requerem afinação;

Simples de usar. O aparelho desliga-se automaticamente e/ou recolhe o braço após reprodução;

A maioria pode ser ligada a um sistema hi-fi sem necessidade de entrada Phono dedicada.

Os gira-discos podem ser divididos em duas categorias básicas, de acordo com a forma como são operados. Os leitores com tração direta (direct-drive), cujo eixo do motor é o eixo do prato, oferecem velocidades consistentes de operação, que não necessitam de ajustes e que permitem a rotação em duas direções. Se tem interesse em ser um DJ analógico e fazer scratch, precisa de um gira-discos com sistema de tração direta. Já o leitor com sistema de tração por correia (direct-drive) possui o motor isolado a um canto e utiliza uma correia de borracha que abraça o eixo do motor e o prato. A distância entre o motor e o braço reduz ruídos de funcionamento acidentais, tornando estes modelos muito silenciosos.
CARACTERÍSTICAS
Tração Direta

Motor aciona o prato por intermédio de correia elástica;

Não necessitam de ajustes;

Rotação bidirecional;

Apropriados para djing.

Tração por Correia

Debitam tensão de saída semelhante à das cabeças MM;

Operação silenciosa;

Transmitem menos emissões eletromagnéticas à cápsula;

São frequentemente os preferidos de audiófilos.

A maioria dos gira-discos possui uma saída analógica para ligação a um equipamento de alta-fidelidade, de modo a que o seu sinal possa depois ser amplificado e reproduzido pelas colunas. Existem, contudo, modelos que já possuem um conversor analógico/digital, e podem ser ligados a um amplificador com entrada digital e/ou a uma saída USB. Se o seu equipamento de hi-fi não tiver uma entrada analógica, esta pode ser uma boa opção. Os modelos com saída USB permitem mais facilmente a conversão da música em ficheiros digitais como MP3 ou WMA, o que permite a preservação digital de discos mais antigos e gravações apenas disponíveis em suporte de vinil. Esta é uma mais-valia de muitos gira-discos de última geração, que permitem ligar o leitor ao computador e gravar arquivos digitais - uma funcionalidade muito útil para quem tenha uma grande coleção de vinis que deseja digitalizar.
CARACTERÍSTICAS
Tipo de Ligação

As ligações analógicas apresentam compatibilidade com grande parte dos equipamentos de hi-fi;

Os modelos com conversor analógico/digital podem ser ligados a um amplificador com entrada digital e/ou a uma saída USB;

Os modelos com saída USB permitem a fácil conversão da música em ficheiros digitais, veiculando a preservação digital de discos vinil.

A leitura do disco é feita por uma cabeça que pode contar com diferentes tecnologias. Antes de comprar o gira-discos, tenham em consideração estes dois tipos de cabeças magnéticas: íman móvel (designadas MM) e bobina móvel (designadas por MC). A cabeça magnética consiste numa agulha que entra em contacto com o disco e que transmite a vibração. Tem uma bobina envolvida por um campo magnético criado por um íman permanente. Na leitura do disco, o íman vibra ao ritmo da agulha que lê o sulco do disco. Neste caso, o íman (ou magneto) é móvel e a bobina está fixa, pelo que a cabeça é do tipo MM (Moving Magnet). Em alternativa, a peça móvel pode ser a bobina, sendo então o íman fixo, pelo que a cabeça é do tipo MC (Moving Coil).
CARACTERÍSTICAS
Cabeças de íman móvel (MM)

Grande parte dos gira-discos automáticos e manuais mais acessíveis inclui cabeças MM, que apresentam elevada compatibilidade com entradas Phono nos equipamentos hi-fi;

Debitam uma tensão de saída relativamente elevada ( 2,5 mV a 1 kHz) sobre uma impedância também elevada, de cerca de 47 kΩ;

Existem cabeças de encaixe P-Mount que facilitam a instalação direta no braço sem ter de recorrer a ferramentas.

Cabeças de bobina móvel (MC)

Debitam tensão de saída semelhante à das cabeças MM;

Oferecem elevada qualidade de reprodução, conjugando uma banda passante muito extensa e baixa distorção com baixa sensibilidade a ruídos;

Requerem entradas phono compatíveis ou pré-amplificador de gira-discos específico;

Ao contrário das MM, não possuem agulha amovível, pelo que têm de ser integralmente substituídas quando a agulha se gasta;

MANUAL VS AUTOMÁTICO

Os braços automáticos descem automaticamente e pousam no início dos discos, voltando à sua posição de repouso após a leitura. Já os braços manuais devem ser colocados e retirados manualmente. Estes últimos são muitas vezes vendidos sem a cabeça, necessária para a leitura do disco. Por seu turno, os gira-discos automáticos estão prontos a usar, não requerem afinação, a operação é mais prática e a maioria pode ser ligada a um sistema hi-fi sem necessidade de entrada dedicada. No entanto, tal como existem gira-discos automáticos (ou semiautomáticos) de grande qualidade, também é possível encontrar gira-discos manuais de alta qualidade, relativamente acessíveis e fáceis de usar.
CARACTERÍSTICAS
Modelos Manuais

Flexibilidade (é possível mudar braço, cabeça, motor, prato, etc.);

Usualmente requerem entrada especial ou pré-amplificador para ligação ao sistema de alta-fidelidade;

Podem necessitar de afinação;

A agulha tem de ser manipulada no início e no fim da reprodução.

Modelos Automáticos

Preço mais acessível por comparação com os modelos manuais de alta qualidade;

Prontos a usar, não requerem afinação;

Simples de usar. O aparelho desliga-se automaticamente e/ou recolhe o braço após reprodução;

A maioria pode ser ligada a um sistema hi-fi sem necessidade de entrada Phono dedicada.

GIRA-DISCOS EM DESTAQUE

Ver Todos

ARTIGOS RELACIONADOS

Complemente a sua experiência

Se tem gira-discos, uma boa coleção de vinis e/ou deseja explorar o mundo de quem coleciona e ouve discos, vai querer certificar-se de que tem também pré-amplificador, colunas, equalizador de canais múltiplo ou outros componentes fundamentais.

A maioria dos gira-discos precisa de ser ligada a um amplificador com entrada phono para amplificar o som antes de o direcionar ao sistema de colunas. Alguns modelos integram um pré-amplificador, mas a maioria dos gira-discos – dos mais acessíveis aos de nível mais elevado -, precisa de ser emparelhada a um amplificador.
A coluna é o último elo na cadeia de componentes necessários para reproduzir todo o realismo da prestação musical de qualquer intérprete. De uma, duas, três ou mais vias, a sua complexidade vai aumentando proporcionalmente ao realismo requerido. O mesmo se passa com a sua dimensão ou com a tecnologia usada. Escusado será dizer que o ideal seria ter uma coluna desenhada e construída de acordo com as limitações da casa do audiófilo em questão, mas uma coisa é certa: as colunas são fundamentais se se quiser obter desempenho ótimo do sistema.
Um bom gira-discos é obsoleto sem uma coleção de bom gosto dos seus vinis favoritos. Embora os vinis usados estejam amplamente disponíveis em lojas de discos de segunda mão e de antiguidades, há um infindável mercado crescente de vinis novos por explorar. O vinil não está morto. Antes pelo contrário.

AMPLIFICADORES

A maioria dos gira-discos precisa de ser ligada a um amplificador com entrada phono para amplificar o som antes de o direcionar ao sistema de colunas. Alguns modelos integram um pré-amplificador, mas a maioria dos gira-discos – dos mais acessíveis aos de nível mais elevado -, precisa de ser emparelhada a um amplificador.

Produtos Comparados

Limpar Tudo

Utilização de cookies:Ao continuar a sua navegação está a consentir a utilização de cookies que possibilitam a apresentação de serviços e ofertas adaptadas aos seus interesses.Pode alterar as suas definições de cookies a qualquer altura.Saiba mais aqui.×