Carolina Deslandes

"Casa" chega à Worten a 20 de abril

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"Casa" chega à Worten a 20 de abril

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Com dois singles já editados que se tornaram em hits na rádio, vendas digitais e streams, Carolina Deslandes prepara-se para alcançar um dos melhores momentos da sua carreira. Com o lançamento do novo disco “Casa” previsto para 20 de abril e dois concertos marcados para o Rock in Rio e o MEO Marés Vivas, 2018 irá ser inesquecível para a artista.

O novo disco, além de incluir a participação de Rui Veloso e António Zambujo, foi ainda produzido por Diogo Clemente, o companheiro da cantora. Para dar a conhecer um pouco do novo álbum, a Worten falou com Carolina Deslandes onde foram desvendados alguns pormenores de “Casa”.

"Casa" de Carolina Deslandes

Produzido por Diogo Clemente, inclui os já conhecidos e muito bem-sucedidos singles “A Vida Toda” e “Avião de Papel” (feat. Rui Veloso), ambos no top das canções mais tocadas nas rádios nacionais e cujas visualizações dos vídeos no Youtube ultrapassam, em conjunto, os 9 milhões.

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1.

Eu gosto de partilhar sempre o percurso da gravação e de composição do disco, para que as pessoas se sintam tão dentro dele quanto eu. Para que as pessoas vejam que cada canção teve o seu momento, cada canção teve uma razão, para que conheçam o estúdio onde eu gravo e os músicos que gravam comigo. Isso vem muito ao encontro do tipo de comunicação que eu tenho com as pessoas, que é trazê-las muito para dentro da minha vida e dos meus trabalhos. Por isso, acho que é isso que as pessoas podem esperar do disco. É um disco super íntimo, muito pessoal e é um retrato da minha vida e de várias partes de coisas que me aconteceram.

2.

Não estava. Eu acho que nós somos sempre os mais críticos e os mais inseguros com o nosso trabalho e eu não sou nenhuma exceção à regra, principalmente com “A Vida Toda”. Eu pus a canção na internet e o impacto não foi imediato. Por isso, não estava de todo à espera, que passado alguns meses, as pessoas começassem a ouvi-la e a canção passasse na rádio como passou. Não estava mesmo nada a contar com isso. O “Avião de Papel” já foi um bocadinho diferente porque acho que as pessoas aí, já estavam à espera que eu lançasse alguma coisa nova e também porque tem o Rui. Eu acho que as pessoas têm muitas saudades de ouvir o Rui, tal como eu também tinha saudades de o ouvir. Por isso, acho que as pessoas estavam mais recetivas. Mas de qualquer das formas eu não estava de todo a contar também que o “Avião de Papel” fosse tão imediato. Parece que as pessoas já conhecem a canção de há muitos anos.

(...) um disco super íntimo, muito pessoal e é um retrato da minha vida (...)

Carolina Deslandes

3.

Trabalhar com o Rui Veloso e com o António Zambujo foi incrível. São duas pessoas muito diferentes e cada um tem as suas particularidades que os fazem pessoas e artistas especiais. Com o Rui, o processo foi um bocadinho diferente. Eu primeiro fui a casa do Rui, conheci-o, jantei em casa dele umas quantas vezes e só depois é que cantámos o tema juntos e que o gravámos. Por isso, primeiro conhecemo-nos e só depois de nos conhecermos é que começámos a trabalhar. Foi muito engraçado! Foi muito engraçado também poder falar com ele sobre música, sobre várias outras coisas e poder mostrar-lhe outros temas do disco. Criámos uma relação muito gira.

Com o [António] Zambujo foi completamente o oposto. Eu não o conhecia ainda pessoalmente, já tínhamos falado ao telefone, já nos tínhamos visto e já nos tínhamos cumprimentado, mas não nos conhecíamos. O Diogo [Clemente] é amigo dele há muitos anos e foi o Diogo que falou com ele. Quando ele apareceu no estúdio, nós nunca tínhamos estado em ambiente de amigos e parecia que ele já era meu amigo há imenso tempo. Ficámos logo a dar-nos super bem, ele tem uma energia contagiante, muito pura. É uma pessoa que não tem vedetismos, não tem medo de se dar aos outros. É muito generoso tanto na forma de cantar, como na forma de estar. Foi muito giro. Tanto um como o outro, foi muito giro e foi uma das coisas boas que este disco me trouxe.

4.

O disco chama-se “Casa” porque quase todas as canções foram escritas e compostas em minha casa. Naturalmente que quando eu estava grávida, quase a ser mãe do Benjamim e depois do Benjamim nascer, eu passei muito tempo em casa. As coisas que me inspiravam e que continuam a inspirar, são as coisas que me aconteciam em casa com os meus filhos, com o meu marido, o nosso dia-a-dia. Por isso mesmo é que eles são as personagens principais deste disco. Músicas preferidas é um bocadinho difícil e um bocadinho ingrato. Mas vou arriscar dizer que o “Aleluia” e o “Nuvem” são talvez as minhas músicas preferidas do disco. Espero que depois vocês me digam as vossas opiniões!

5.

Os concertos em palcos grandes como é o caso do Rock in Rio e o MEO Marés Vivas, têm sempre de ter alguma coisa de diferente. Eu acho que são datas que têm que ficar marcadas por “aquele concerto em que aconteceu [algo]”, “em que ela cantou não sei o quê”. Por isso mesmo, nós estamos a construir um concerto diferente e especial, com participações especiais com coisas a nível musicais diferentes. Não posso estar a dizer porque senão perde a graça, mas vai ser muito giro e estamos a trabalhar para ter um concerto que espero que fique na memória das pessoas.

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