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São 20 anos dos “The Sims”. Vamos recordá-los.

São duas décadas a criar famílias de todos os formatos. O primeiro jogo saiu em 2000 e o último acabou de sair em janeiro deste ano. Será que nos espera um “The Sims 5” num futuro próximo?

Origem do jogo para o dia-a-dia

O jogo "The Sims" celebra hoje 20 anos de existência. E em duas décadas muito mudou num jogo que estava predestinado para ser sobre design arquitetónico. Depois de ter perdido a sua casa numa tempestade de fogo em 1991, em Oakland, Will Wright, criador do videojogo SimCity (1989), quis criar um jogo cujo conceito fosse a construção de casas. O nome seria “Home Tactics”.



Porém, o conceito mudou quando lhe foi sugerido que o jogador fosse avaliado pela qualidade da experiência de vida dos inquilinos. Através desta simples ideia, o foco do jogo passou das casas para as pessoas. E foi a possibilidade de simular a vida real que fez com que a EA (Eletronic Arts) comprasse a ideia e, consecutivamente, o jogo se tornasse tão popular. Lançado a 4 de fevereiro de 2000, “The Sims” foi considerado o Jogo do Ano pelos Game Developers Choice Awards, tendo, em 2002, chegado às 6.3 milhões de cópias vendidas pelo mundo inteiro.

Um jogo para todas as realidades

Se formos ver o primeiro “The Sims”, notamos, comparativamente aos “The Sims” mais recentes, na baixa qualidade gráfica, mas na altura, foi uma autêntica quebra de barreiras. E quando o “The Sims 2” chegou ao mercado, a 17 de setembro de 2004, mais diferenças se evidenciaram. Para além de ter passado de 2D para 3D, os próprios Sims também sofreram alterações. Agora, não só se podia customizar mais os avatares, quer em termos de roupa como de corpo, como também se podiam atribuir objetivos de vida. E a melhor parte disso tudo é que o jogo continuava a não ter fim, ou seja, as personagens atingiam o seu objetivo de vida, morriam e outras ganhavam destaque. E foi o fator de ser um jogo “infindável” que fez com que o jogo ganhasse outra dimensão. Depois de todo o sucesso dos “The Sims 2”, criaram-se mais oito expansões, entre elas: “Vida de Universitário” (2005) e “Animais de Estimação” (2006), que foram bem recebidas pelo público.

Em 2009 e em 2013, foram lançados o “The Sims 3” e o “The Sims 4”, respetivamente. Embora tenham as suas diferenças, o último foi bastante apreciado pelas suas características sociais, uma vez que há um maior foco no crescimento pessoal da personagem. E uma das suas grandes particularidades é que o avanço da tecnologia na vida real também é transportado para o jogo. Já não existem jornais, porque os Sims vêm as notícias no telemóvel e a própria morte usa um tablet para a ajudar a completar as tarefas diárias do seu trabalho.

Em janeiro deste ano a EA lançou o "The Sims 4: Living Tiny", onde a premissa é saber viver em espaços pequenos. Não se sabe se nos espera um “The Sims 5”, mas caso venha a acontecer, será recebido carinhosamente pelos fãs que, certamente, estarão curiosos para ver que evoluções da vida real passarão para o jogo.

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